A primeira imagem que a maioria das pessoas tem do ator Sam Neill — eu incluso — certamente é a do Dr. Alan Grant no primeiro filme da franquia Jurassic Park . Sem dúvida, é o papel mais marcante de sua carreira. A cena de sua primeira aparição no parque é inesquecível. Ao chegarem à ilha, há um momento em que o jipe para. Alan Grant então tira os óculos escuros e, em um incrível trabalho de atuação, demonstra toda a fascinação diante do que vê. Sem desviar os olhos, coloca a mão na cabeça da Dra. Ellie Sattler, que estava concentrada na leitura de um mapa, e a vira para a esquerda. Quando ela também fica assombrada, a câmera muda de perspectiva e nós, espectadores, compartilhamos da mesma visão: um dinossauro vivo atravessando a tela. Ian Malcolm, brilhantemente interpretado por Jeff Goldblum, o mais cético da equipe, exclama: "Ele conseguiu!" . Mesmo com toda a evolução do CGI nos dias de hoje, essa sequência continua impressionando quem assiste ao filme pela primeira v...
Escritores e suas identidades secretas. Pseudônimos não são raros na literatura. Fernando Pessoa tinha, pelo menos, uns três, inclusive escreveu-lhes biografias. Clarice Lispector também criou um para seu último livro A Hora da Estrela, Anne Rice, a mãe do vampiro Lestat também escreveu uma trilogia de obras eróticas com a Bela Adormecida sob um pseudônimo e Stephen King, o mestre do terror moderno, também teve o seu. Richard Bachman era o nome dele, sob este pseudônimo ela lançou seis livros, pela minha conta, até que um belo dia descobriram tudo. Suposições foram levantadas, King negou, alguém fez lá suas pesquisas e apareceu com a prova de que os livros de Bachman eram na verdade de King e este não pode fazer nada para provar ao contrário a não ser admitir, ele era Bachman. Assim, Richard Bachman teve uma morte prematura e hoje só existe Stephen King, mas e se Bachman tivesse resistido? Essa é a premissa que originou A Metade Sombria onde Thad Beaumont, professor e es...