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Enquanto isso num país civilizado qualquer...

Cavalheirismo até mesmo em horas de crise: Numa noite, numa rua mal iluminada, um cavalheiro chega através das sombras, icognito e aborda o indefeso cidadão trabalhador: _ Com sua lincença senhor, posso ter um minuto de sua atenção. - diz o desconhecido. _ Pois não, pode falar. - responde a educada vítima. _ Veja bem, isso é uma assalto e se não for incomodar, gostaria que me passasse a carteira, o celular e seu anel de ouro? _ Bem senhor, isso seria um grande incoveniente para mim, será que eu poderia me recusar a fazer isso? _ O Senhor até pode, mas infelizmente eu seria obrigado a matá-lo com esta arma, sabe como é, regras do sindicato. _ Entendo, mas até mesmo o anel? _ Infelizmente senhor. - diz o ladrão com expressão constrangida. _ Tudo bem, aqui está, poderia pelo menos ficar com meus documentos. _ Certamente, não vejo por que não. Aproveitando a ocasião, seria muito abuso pedir que não desse parte na polícia do ocorrido. _ Bem que eu gostaria. - agora a vítma faz a expressão c...

Contratempos no Trânsito.

Era uma manhã comum, num engarrafamento comum, com um Cidadão Comum. Nosso herói estava atrasado para o trabalho, e como desgraça pouca não tem graça, aquele era um daqueles dias de reunião EXTREMAMENTE IMPORTANTE PARA O FUTURO DA EMPRESA, ou coisa que o valha. Claro que justamente neste dia o trânsito tinha que estar mais lento que jabuti, além do que o carro imediatamente a sua frente estava mais lento que lesma, chegou a demorar cinco minutos para sair no sinal verde da ultima vez, quase nosso amigo ficava parado de novo. Seguindo a passo lento outro sinal vermelho. O Sol já estava quente aquela hora, o rádio tava quebrado e o cheiro de cano de descarga perfumava o ar. Enfim veio o sinal verde. Porém. Nenhum movimento no carro da frente. Educado o cidadão comum deu um suspiro “Ai Meu Deus hoje vai ser um dia daqueles”, e como seria, conjuntamente com uma educada buzinada dupla. Nada. O sujeito na frente só podia ter dormido no transito. Mais uma buzinada dupla, dessa vez mais prolon...

Um Conto Civilizado - Parte 3

O cidadão comum em: Visita Religiosa. Nosso amigo o cidadão comum, também conhecido por brasileiro médio, não tinha nenhuma religião específica, apesar disso possuía lá nos antigamentes da sua vida, um que de raízes católicas. Apesar disso, constantemente recebia visitas religiosas, e essas eram as mais variadas, sempre eram pessoas com Bíblias nos braços e folhetinhos nas mãos, vinham com gestos delicados e voz educada, e pediam para entrar. O cidadão comum, porém não tinha lá muita paciência para essas coisas, embora afirmasse a plena pulmões que respeitava todas as religiões, e respeitava mesmo, são não gostava de nenhuma delas, por isso sempre agradecia, negava a entrava, dizia uma das desculpas que guardava no estoque, e volte sempre. Daí ele voltava para a sala, tirava a blusa, abria uma cerveja e ia ver a Fórmula 1, afinal de contas era domingo, a mulher tava na missa e ele em paz. Porém certo dia, houve uma visita inesperada, estava ali o cidadão comum brasileiro médio, em seu ...

Especial 6 de Agosto. *

Zeca e Joca na Revolução: Cortando a corrente. Lá estavam nossos heróicos homens, descalços e desarmados, o rio era bem ali, mas eles ainda não imaginavam o que era para fazer, quando chegou o bom capitão. _ Meus caros serin... quer dizer, soldados. – começou em tom pomposo. – Logo ali está o rio e também a corrente, como vocês todos sabem. Nossos barcos com mantimentos não chegam, então só podemos fazer uma coisa, serrar a corrente. Para isso vocês irão mergulhar no fundo desse rio com essas serras que vamos lhes dar, mergulhem e cortem. Joca, que não tinha gostado nenhum pingo dessa idéia resolveu externar com seu bom e velho companheiro, Zeca. _ ô Zeca, tu também não ta achando que a gente vai acabar se fudendo com essa arrumação. _ Pra falar a verdade até acho, o Joca. Mas se a gente não vai ele fuzila a gente. Então é melhor ir logo. Mas Joca não muito satisfeito com a explicação de Zeca resolveu se manifestar. _ Ô meu capitão. Isso aí num vai ser muito perigoso nã...

Silverinha o Editor em: Era uma vez o diploma.

_ Isso é um absurdo! - rugiu de raiva Daniel o reporter, estava sentado na frente de Silverinha, que bebia seu café e analisava a pauta do dia. - É uma desvalorização do jornalismo. _ Hum... , murmurou o editor. _ Onde já se viu acabar com o diploma. Como se as empresas fossem privilegiar pessoas sem diploma. Um absurdo, um absurdo. A essa altura Silverinha já tinha sacado que teria de dispensar um pouco de atenção a Daniel, se não era capaz do mala passar a manhã alí lhe torrando a paciencia. _ E vou escrever um artigo, isso é um... _ Absurdo, já sei, já sei. Sabe o que é bom pra acalmar você? _ O que? _ Levanta a bunda daí vai trabalhar e para de torrar minha paciência, tenho assuntos mais importantes para tratar aqui. _ Mais importante que isso. Silverinha, eles dizem que não se aprende ética e bom senso na faculdade, como não? É claro que sim, nos discutimos debatemos a ética, a faculdade e extremamente necessária para a formação de profissionais compromissados com a verdade no jor...

Jornalista sem diploma. Agora Pode!

Deu no Folha Online Matéria de Marcio Falcão , do Folha Online em Brasília. Supremo derruba exigência de Diploma para Jornalistas Muito bem meu amigos e amigas, leitores do Blog e praticantes do curso de jornalismo, saibam que agora, o Supremo Tribunal Federal, derrubou a exigência de diploma por 8 a 1, votos. Agora, escrever para jornal, sites noticiosos e etc. não exigem mais diploma de jornalista, que ótimo. Pelo menos para mim que sou estágiario de comunicação e vivo tendo meu nome sendo censu... editado dos textos. Dane-se exigência de Sinjac agora, o Supremo falou, e pronto, pessoas sem diploma podem ser jornalistas sim. Mas calma lá. Não a razão para queimar o caderno, rasgar os trabalhos, trancar o c urso e mandar aquele professor chato tomar no seu orificio anal. O diploma ainda é válido, ou seja, pessoas com diplomas ganham de pessoas sem diploma no quesito qualificação. Manero né! Clique no link acima e vá direto para a matéria. Muito interessante por sinal. Paz! Gildson Góe...

Sexta a Noite no Seringueiro Voador.

Então lá chego eu na lanchonete bonita e nova, cheio de vontade de tomar aquele açaí cremoso e talz. Daí chega a garçonete com o cardápio e a noite começa a desandar. Aí vai o diálogo: _ Bem, acho que vou querer um Gulaçaí (sim, esse é o nome do dito cujo) grande com granola. Só gostaria que vocês tirassem o guaraná, por favor. _ Infelizmente não podemos tirar o guaraná senhor, ele já vem de fora assim, misturado. Momento de reflexão: Estamos no Acre, tipo na Amazônia, e eles trazem o açaí de fora???? Pow, nada contra neh, capitalismo é capitalismo, submeti-me ao guaraná. E então chega a tijela... por um minuto achei que tinham trazido a tijela errada, mas não. Aquilo, pequeno e apertado era a tijela de açaí. Tudo isso pela bagatela de oito reais. Só. Baratíssimo! Sem mencionar que o "cremoso" era uma circunferência de creme de leite no meio do pote. É, mas pelo menos tava comestível, a Elynalia coitada pediu um açaí batido com banana que deve se uma das coisas mais amargas q...