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A casa das janelas de vidro.

“Senhor Antônio, definitivamente preciso comprar esta casa!” falou o Senhor Juvenal, insistia em comprar a casa, com belas janelas de vidro, cobertas por cortinas brancas. Seu Antônio, não a vendia por nada, era da sua família havia anos, não a venderia por nada. Naquela noite desabou uma forte tempestade, e Seu Antônio foi se deitar mais cedo. Lá deitado, começou a escutar uns murmúrios, como unhas arranhando a janela de vidro. Ele resolveu sair para investigar, foi lá fora na chuva, rodeou a casa. Nada. Já na sala novamente ouviu, os arranhados, vinham lá de fora, sem dúvida, mas de onde ele não sabia, esperou, e aquele arranhado nos vidros continuava, como não era homem de sentir medo, verificou as janelas, nada, apenas escuro e chuva lá fora, só então percebeu que o som vinha da janela de cortinas fechadas, num repente abriu as cortinas, qual não foi seu horror, havia ali uma face ensangüentada de mulher, molhada pela chuva o rosto deformado pela dor, as sangrentas unhas arranhando o vidro da janela. No dia seguinte Juvenal abre a porta de sua casa. “Pensei bem, achou que vou vender” falou Antônio.

Gildson Góes.
J uro que o Juvenal desse conto não tem nada a ver com o Juvenal da tirinha abaixo.
enfim, Feliz Dia das Bruxas!!!!!!

Comentários

Samuel Bryan disse…
gente, tudo a ver com minha paixão doentia por zumbis
uhauhaauauhauha

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