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Pra Começar o Ano

Closer To The Heart And the men who hold high places Must be the ones who start to mold a new reality Closer to the Heart The Blacksmith and the Artist Reflected in their art They forge their creativity Closer to the Heart Philosophers and Plowmen Each must know his part To sow a new mentallity Closer to the Heart You can be the Captian And i will draw the chart Sailing into destiny Closer to the Heart Pra começar bem o ano nada melhor que um clássico do RUSH, uma das bandas que entrou na minha lista de bandas favoritas. Tradução: E os homens que detêm altos cargos / devem ser os primeiros a começar / a moldar uma nova realidade / mais próxima ao coração O Ferreiro e o Artista / refletidos em suas artes / forjam sua criatividade / mais próxima ao coração Filósofos e agricultores / cada um deve saber sua parte / para semear uma nova mentalidade / mais próxima ao coração Você pode ser o capitão / e eu traçarei o mapa / velejando para dentro do destino / mais próximo ao coração. Feliz 201...

Dos gostos musicais

_ Cara teu aparelho de som tá quebrado. _ Quebrado? _ Quebrado _ Mas como? _ Sei lá, coloquei um disco pra tocar e saiu uns barulho estranho, fiquei até assustado. _ Uns barulhos estranhos? Que tipo. _ Sei lá véi, sei descrever não, era um barulho muito estranho mesmo. _ Hum... acho melhor ir ver isso. _ Oh é só colocar o cd daí fica esse silêncio, depois começa esses barulhos esquistos, ou é o som ou é o cd. _ ... _ Que foi? Oh se tu ta pensando que eu quebrei teu som pode tirar o cavalo da chuva, eu acabei de chegar aqui, só coloquei o cd, fiz mais nada. _ Eh... não tem nada quebrado aqui cara. _ Então o que diabos é essa barulhera esquisita!? _ É Pink Floyd PORRA!!!! Gildson Góes P.S. Essa história não é real, qualquer semelhança com fatos ou acontecimentos reais é mera conhecidência P.P.S Dedicado a todos que não gostam de Pink Floyd

Equanto isso no cemitério...

O sol ia se pondo no horizonte a ultima família saía do cemitério publico local, o zelador já aguardava impaciente no portão, equanto a família se retirava, comentavam maravilhas sobre o falecido, grande homem, bom pai, homem admirável e etc. o zelador já ouvira aquelas coisas antes. Após os atrasados saírem ele fechou o portão, deu mais uma olhada nas tumbas que viravam apenas vultos no crepúsculo daquela tarde de finados. Sentiu um calafrio subir por sua espinha, trancou o portão e foi pra casa a fim de assistir a novela. Lá, em meio a escuridão, um braço esqueletido coberto com carne apodrecida surgiu de debaixo a terra, logo outras pessoas foram aparecendo por detrás das tumbas, de dentro de gavetas, saindo de capelinhas. Zumbis, vangando pelo cemitério, cumprimentando-se uns aos outros, perguntando como ia a morte, vai bem obrigado, só esses vermes malditos, me causam coceira, nossa que arranjo lindo, ótimo gosto tem sua filha Marizette, hum até que enfim resolveram dar uma pintur...

O Dia em que o cidadão comum encontrou um vampiro.

Vinha por uma rua escura e deserta o cidadão comum. Voltando do trabalho, cansado, carregando sua maleta. Pensava no futebol, na sua poltrona e nas três latinhas de cerveja bem geladinhas que estava lhe esperando na sua geladeira. Foi quando ouviu passos, olhou para trás e nada viu, continuou andando com a firme impressão que alguém lhe seguia, ou alguma coisa, teve medo e apertou o passo. Porém os passos atrás dele resolveram apertar também, logo uma mão lhe agarrou o ombro e lhe jogou contra uma parede. Bateu com força, mas não desmaiou ainda viu a terrível criatura que se aproximava. Tinha olhos vermelhos, pálido como um cadáver, trazia no rosto um sorriso psicopata com longos e afiados caninos. O cidadão comum estava cara a cara com um vampiro. _Vo - você vai be-ber meu sangue? - perguntou amedrontado e sem saber nada mais adequado para perguntar. _Sim eu vou. - respondeu o vampiro, - não está na cara? O monstro lhe agarrou pelo pescoço, trouxe até suas presas e fincou na pele até ...

ANDRE MATOS NO ACRE!!!

Um dos maiores expoentes do heavy metal nacional irá se apresentar neste sábado, 23, no Quadrilhódromo do Tucumã. O show, além de contar com bandas locais, trará também outro grande nome do metal brasileiro, a banda Krisiun. Andre Matos começou sua carreiria em 1985 quando formou a Banda Viper, que ficou famosa por criar o heavy metal melódico no Brasil, pois foi a primeira banda a misturar temas da musica classica às guitarras do metal. Matos saiu do Viper no final da decada de 80 por diferenças musicais e para continuar seus estudos na Faculdade de Música. Já na década de 90 ele retorna ao cenário do rock e enquanto sua antiga banda seguia com uma musicalidade mais pesada, o Angra leva o metal melódico a um nível mais elevado com seu album de estréia, Angels Cry, que é até hoje um dos mais belos discos de rock já feitos no Brasil, porém não ficou limitado à musica classica, em seu segundo album, Holy Land, misturou às guitarras do Metal a musicalidade brasileira, sendo considerado po...

Zeca e Joca em: O Aniversário de Zeca.

Nossos velhos e bons amigos, Zeca e Joca estavam comemorando, era aniversário de %$&$ anos de Zeca e o pessoal lá do abrigo para idosos resolveram comemorar. O aniversariante ganhou vários presentes, do Seu Chico Raimundo ganhou uma dentadura nova, da Dona Feliciana um livrinho de orações e da sua própria filha ganhou um radinho de pilha novo e do seu genro um estoque de um ano de fraudas geriátricas. Depois mandar seu genro enfiar as fraudas naquele lugar e recomendar a sua fillha que o levasse para a puta que o pariu e desejar ardentemente que o diabo o carregasse, foi a vez de receber o presente de seu velho e bom amigo. Joca. Joca meio tímido, coisa que não era lá de seu feitio trouxe-lhe um embrulho e o deu de presente. Disse que era coisa pouca, uma besteirinha, mas que era de coração. Zeca ligeiramente emocionado aceitou de bom grado o presente. Abriu o pacote e achou um bom bocado de cuecas. _ Joca meu cumpadi. Tava mesmo precisando. Muito obrigado. _ Que é isso Zeca. Boba...

Um Conto Civilizado (Parte sei lá qual)

Dez para meia noite, lá estava o cidadão comum. Sentado num banco de praça, tomava um refrigerante inocentemente, sem perceber a estranha, e um tanto assustadora, presença que se aproximava pelas suas costas. Não percebeu até que a mão da presença pousasse, de maneira ligeiramente pesada, e por isso mais ameaçadora, em seu ombro. _ Ô tio, compra um chiclete aí. É dois real. O cidadão comum sem querer demonstrar o susto que acabara de levar, se recompos. Respondou num tom meio inseguro, como que pra testar a reação do cidadão alí. _ Não obrigado, não tenho dois reais. _Tem sim tio, compra aí, é pra ajudar nas despesas lá de casa. - como todo bom vendedor ele era persistente, ou simplesmente chato. _ Mas não tenho dois reais trocado? _ Tem quanto aí tio, pra ver seu troco? O cidadão comum se viu num impasse. Tinha na carteira quatro notas de cinquenta reais que imprudentemente deixara de trocar mais cedo e de forma mais imprudente ainda resolvera carregar para uma praça vazia às dez pra ...